O conhecimento tradicional e a ciência convencional na elaboração do marco legal da biodiversidade

Egileak

DOI:

https://doi.org/10.35295/sz.iisl.2435

Gako-hitzak:

Pesquisa empírica, Marco legal da biodiversidade, Conhecimento tradicional, Propriedade intelectual, Ciência convencional

Laburpena

O marco legal da biodiversidade regulamenta o acesso ao patrimônio e ao conhecimento tradicional associado e a repartição de benefícios para uso da biodiversidade no Brasil. Tal acesso ao patrimônio genético é definido como uma pesquisa ou desenvolvimento tecnológico realizado sobre amostra de informação de origem genética natural. Sendo o conhecimento tradicional um conjunto de saberes e práticas transmitidas oralmente por gerações, o trabalho busca compreender como os variados graus de participação de setores diferenciados da sociedade civil no processo legislativo demonstram as relações de proximidade entre direito e ciência convencional? Para isso, parte-se da observação dos dados da tramitação do Projeto de Lei nº 7.735/2014 no Congresso Nacional para obter indicações da participação dos diferentes setores da sociedade civil, indústria, academia e comunidades tradicionais. Assim, conclui-se que os interesses da comunidade científica formal e da indústria se sobrepuseram aos dos detentores do conhecimento tradicional.

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Thiago Guedes Andrade Ezequiel, Universidade do Estado do Rio de Janeiro - UERJ

Doutorando em Empresas e Atividades Econômicas no Programa de Pós-Graduação em Direito da UERJ

Mestre em Direito e Inovação pela UFJF

Bolsista CAPES

Marcos Vinício Chein Feres, Universidade Federal de Juiz de Fora - UFJF

Mestre e Doutor em Direito pela UFMG

Professor Titular da Faculdade de Direito da UFJF

Pesquisador de Produtividade do CNPq

Professor do Programa de Pós-Graduação Estrito Senso em Direito da UFJF e da UERJ

 

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Argitaratuta

2026-10-29

How to Cite

Guedes Andrade Ezequiel, T. eta Chein Feres, M. V. (2026) «O conhecimento tradicional e a ciência convencional na elaboração do marco legal da biodiversidade», Sortuz: Oñati Journal of Emergent Socio-Legal Studies, 16(2), or. 366–385. doi: 10.35295/sz.iisl.2435.

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