A evolução histórica do tratamento de menores infratores no Brasil

Uma revisão de políticas públicas aplicadas

Autores

DOI:

https://doi.org/10.35295/sz.iisl.2388

Palavras-chave:

Menores Infratores, Encarceramento Penal, Ressocialização, Direitos Humanos, Desigualdades Sociais

Resumo

Este trabalho busca mapear, a partir da revisão bibliográfica e documental, os principais instrumentos jurídicos aplicados pelo Estado no tratamento de menores infratores no Brasil. Pretende-se, a partir do método dedutivo em pesquisa qualitativa, refletir se as aplicações adotadas pelo país através de três séculos de encarceramento, tratamento e ressocialização de menores em situação de vulnerabilidade foram responsáveis pela perpetuação de desigualdades sociais, levando em consideração os atuais dados carcerários nacionais. Sustenta-se que a concepção do menor como sujeito de direitos é uma ideia moderna e formalizada de forma robusta somente após a inserção do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) no cenário jurídico, na década de 1990. Em outros termos, compreender o histórico jurídico do tema é fundamental para o enfrentamento das dificuldades que hoje se apresentam na ressocialização de crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade.

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Biografia do Autor

Felipe Nicolau Pimentel Alamino, Universidade de São Paulo (USP)

Doutor em Direito pela Universidade de São Paulo (USP). Professor de Direito na FADISP. Membro Fundador e Pesquisador do Centro de Pesquisas em Proteção Internacional de Minorias – CEPIM da Universidade de São Paulo (USP). Coorganizador do Fórum Permanente sobre Genocídio e Crimes contra a Humanidade da Universidade de São Paulo (USP). E-mail: felipenic@gmail.com

Fabrício de Martino Costa e Silva, FADISP

Graduando em Direito pela Faculdade Autônoma de Direito – FADISP.

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Publicado

2026-10-29

Como Citar

Nicolau Pimentel Alamino, F. e de Martino Costa e Silva, F. (2026) “A evolução histórica do tratamento de menores infratores no Brasil: Uma revisão de políticas públicas aplicadas”, Sortuz: Oñati Journal of Emergent Socio-Legal Studies, 16(2), p. 347–365. doi: 10.35295/sz.iisl.2388.

Edição

Seção

Artigos individuais